O mercado financeiro ajustou suas projeções para a inflação de 2025, conforme dados divulgados. A nova estimativa aponta para um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,83% ao final do período, representando uma leve redução em relação aos 4,85% previstos anteriormente. Há um mês, a expectativa era de que a inflação alcançasse 4,95%. Para os anos seguintes, as projeções indicam 4,30% em 2026 e 3,90% em 2027.
Apesar da revisão para baixo, a inflação estimada para 2025 ainda se mantém acima do limite superior da meta estabelecida, que é de 4,5%. Em agosto, o país registrou deflação de 0,11%, impulsionada principalmente pela queda nos preços da energia elétrica (-4,21%) e do grupo alimentação e bebidas (-0,46%).
No que diz respeito ao câmbio, a expectativa para o dólar ao final de 2025 também diminuiu, passando de R$ 5,55 para R$ 5,50. Essa é a quarta semana consecutiva de redução nas projeções para a moeda norte-americana. Para 2026 e 2027, a cotação projetada é de R$ 5,60.
Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e à taxa básica de juros (Selic), as projeções permaneceram estáveis. O mercado financeiro continua prevendo um crescimento de 2,16% para o PIB em 2025. Para 2026, a expectativa é de um crescimento de 1,80% e, para 2027, de 1,90%.
A projeção para a Selic se mantém em 15% ao final do ano, valor inalterado há 12 semanas. Para 2026, a expectativa é de uma Selic de 12,38% e, para 2027, de 10,50%.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br